Ler o mundo para mudá-lo.
Rosa, Angela Davis, Lélia Gonzalez, Kollontai, Federici, Pagu e também Marx. Socialismo e feminismos, dos clássicos às lutas de agora, em pílulas: um palpite, uma ideia por vez, um podcast, uma fofoca.
Elas
A história da luta contada pelas mulheres que fizeram ela andar. Toque em cada uma para conhecer a história.
- Rosa LuxemburgoEconomista polonesa que enfrentou a guerra e o próprio partido.
- Alexandra KollontaiUma das primeiras ministras do mundo, escreveu sobre amor e liberdade.
- Angela DavisFilósofa que juntou raça, classe e gênero e virou símbolo de luta.
- Lélia GonzalezPensadora brasileira da amefricanidade e do pretuguês.
- PaguModernista, jornalista e militante presa várias vezes.
- Olga BenárioComunista alemã entregue pelo governo Vargas aos nazistas.
- Frida KahloPintora mexicana, militante e dona da Casa Azul.
- Lucy ParsonsOrganizadora operária e anarquista em Chicago.
- Emma GoldmanAnarquista, oradora incansável e deportada dos EUA.
- Silvia FedericiMostrou o que a caça às bruxas tem a ver com o capitalismo.
- Sueli CarneiroFilósofa, fundadora do Geledés, quer enegrecer o feminismo.
- Djamila RibeiroFilósofa que popularizou o debate sobre lugar de fala.
- Bertha LutzCientista que lutou pelo voto das mulheres no Brasil.
- Antonieta de BarrosProfessora e uma das primeiras deputadas negras do Brasil.
- Sojourner TruthAbolicionista que perguntou se ela não era uma mulher.
A trilha
- Unidade 1 · a base A raiz de tudo Classe, capital e por que a história se move
- Unidade 2 · depois da base Quem segura o mundo O trabalho de cuidado que o capital não paga
- Unidade 3 · depois da base Raça, classe e gênero: tudo junto A história contada por quem ficou de fora
- Unidade 4 · depois da base Feminismo negro: daqui Lélia, Sueli, Djamila e as mulheres que sustentam o Brasil
- Unidade 5 · depois da base Bruxas, corpos e capital Por que o capitalismo precisou controlar o corpo das mulheres
- Unidade 6 · depois da base Feminismos de agora Da hashtag à maré verde: as lutas que estão acontecendo
Gazeta do Babado Vermelho
Romance proibido · 1937
Exilado, casado e hóspede: Trotski se apaixona pela dona da casa
Em 1937, o revolucionário mais caçado do mundo ganhou abrigo na Casa Azul. E ganhou também bilhetinhos escondidos dentro dos livros.